quinta-feira, 22 de novembro de 2007
segunda-feira, 19 de novembro de 2007
Ballet de Londrina apresenta "Decalque" em Andirá

O Ballet de Londrina apresenta o espetáculo "Decalque", no próximo sábado, dia 24, no Cine Teatro São Carlos. A entrada é franca.
A apresentação na cidade conta com o apoio da Diretoria de Cultura da Secretaria de Educação, Cultura e Esportes de Andirá.
"Decalque" é um espetáculo de dança contemporânea dirigido e coreografado por Leonardo Ramos e baseado no drama "Romeu e Julieta", de Shakespeare. No entanto, a idéia não é contar linearmente a tão conhecida história dos dois amantes de Verona, mas apenas fazer aparecer ou surgir lembranças que quase todas as pessoas guardam na memória sobre a história.
Em "Decalque", mais que a narrativa, o que se explora, são os aspectos universais vividos pelos personagens como a questão do destino, da solidão, da paixão, da proibição, da morte. O público, por vezes, encontrará referências claras ao enredo, mas isso logo é esquecido, ficando aquilo que foi o motivo da criação: o movimento. Não há só um Romeu ou uma Julieta. Os bailarinos se revezam nestes papéis nas mais diversas combinações e fragmentos de cena se reproduzem, como que por decalque, com diferentes bailarinos, em diferentes momentos.
Redação Bonde
Londrina
segunda-feira, 12 de novembro de 2007
Espetáculo “Decalque” chega a Apucarana / PR às 20 horas, no Cine Teatro Fênix
Apucarana recebe nesta quarta-feira (14/11), às 20 horas, no Cine Teatro Fênix, o Ballet de Londrina que apresenta o espetáculo “Decalque”. O evento promovido pela Secretaria de Estado da Cultura com apoio, em Apucarana, da Fundação Cultural e Esportiva de Apucarana (Fucea) e Prefeitura Municipal, tem entrada franca. Apucarana é uma das 10 cidades do roteiro paranaense que o espetáculo deverá percorrer até o final deste mês, dentro do projeto de Apoio à Circulação de Espetáculos de Dança.
O espetáculo
Decalque é um espetáculo de dança contemporânea baseado no drama “Romeu e Julieta”, de Shakespeare. No entanto, a idéia não é contar linearmente a tão conhecida história dos dois amantes de Verona, mas apenas fazer aparecer ou surgir lembranças que quase todas as pessoas têm da história.
Em “Decalque”, mais que a narrativa, o que se explora, são os aspectos universais vividos pelos personagens como a questão do destino, da solidão, da paixão, da proibição, da morte. O público, por vezes, encontrará referências claras ao enredo, mas isso logo é esquecido, ficando aquilo que foi o motivo da criação: o movimento. Não há só um Romeu ou uma Julieta. Os bailarinos se revezam nestes papéis nas mais diversas combinações e fragmentos de cena se reproduzem, como que por decalque, com diferentes bailarinos, em diferentes momentos.
Com nove jovens bailarinos, “Decalque” se utiliza de vigorosos e exigentes movimentos de solo. Em cerca de uma hora de dança de qualidade, tem-se uma bem realizada exploração de eixos de equilíbrio e de possibilidades de locomoção, que colocam o elenco, quase o tempo todo, no chão, andando de joelhos, nos cotovelos, usando costas e quadris.
Carreira de sucesso
Visto por mais de três mil pessoas, “Decalque” estreou em junho, escalado na 39ª edição do Festival Internacional de Londrina (Filo). Depois passou por Piracicaba (SP), Cascavel (PR) e São Paulo, tendo sido sempre bem recebido pelo público e crítica especializada.
Entre 32 trabalhos inscritos, foi selecionado para encerrar a 3ª Mostra de Dança Contemporânea de Itajaí (SC), no último dia 28. Em junho de 2008, deverá representar o Brasil no XX Danza Nueva Festival de Lima (Peru), junto com grupos de dança contemporânea da América Latina, EUA e Europa.
Criado em dezembro de 1993, o Ballet de Londrina é mantido pela Fundação Cultura Artística de Londrina (Funcart) em parceria com a Prefeitura do Município. Prestes a completar 14 anos, já montou 21 espetáculos, realizou nove turnês nacionais, sete viagens internacionais (Cuba, Peru, Argentina e Zimbábue), somando mais de 400 apresentações e um público aproximado de 70 mil pessoas.
É uma das mais reconhecidas companhias profissionais fora do eixo RJ/SP. Além de inegável qualidade artística, desenvolve projetos de democratização à cultura. Um deles é a Escola Municipal de Dança, no qual mais de 200 crianças de classe média baixa freqüentam gratuitamente o curso de dança clássica. Muitos membros do Ballet são professores da Escola.
Ficha técnica:
Criação e direção: Leonardo Ramos
Assistente de direção: Ana Maria Aromatario
Produção: Suzana Proença
Música: Sergei Prokofiev
Cenário: Maria Laura
Fotos: Olívia Orquiza e Celso Pacheco
Confecção de Figurino: Ateliê Cidinha
Elenco:
Alexandro Micale
Bruna Martins
Carina Corte
Cláudio de Souza
José Maria
Juliana Rodrigues
Luciana Lupi
Marciano Boletti
Viviane Terrenta
Técnicos de Palco: Arthur Limenza e Gustavo Batilano
Produção: Suzana Proença
Realização: Associação dos Profissionais da Dança de Londrina e Região Norte do Paraná/FUNCART
Informações pelo telefone: 43 33422362
O espetáculo
Decalque é um espetáculo de dança contemporânea baseado no drama “Romeu e Julieta”, de Shakespeare. No entanto, a idéia não é contar linearmente a tão conhecida história dos dois amantes de Verona, mas apenas fazer aparecer ou surgir lembranças que quase todas as pessoas têm da história.
Em “Decalque”, mais que a narrativa, o que se explora, são os aspectos universais vividos pelos personagens como a questão do destino, da solidão, da paixão, da proibição, da morte. O público, por vezes, encontrará referências claras ao enredo, mas isso logo é esquecido, ficando aquilo que foi o motivo da criação: o movimento. Não há só um Romeu ou uma Julieta. Os bailarinos se revezam nestes papéis nas mais diversas combinações e fragmentos de cena se reproduzem, como que por decalque, com diferentes bailarinos, em diferentes momentos.
Com nove jovens bailarinos, “Decalque” se utiliza de vigorosos e exigentes movimentos de solo. Em cerca de uma hora de dança de qualidade, tem-se uma bem realizada exploração de eixos de equilíbrio e de possibilidades de locomoção, que colocam o elenco, quase o tempo todo, no chão, andando de joelhos, nos cotovelos, usando costas e quadris.
Carreira de sucesso
Visto por mais de três mil pessoas, “Decalque” estreou em junho, escalado na 39ª edição do Festival Internacional de Londrina (Filo). Depois passou por Piracicaba (SP), Cascavel (PR) e São Paulo, tendo sido sempre bem recebido pelo público e crítica especializada.
Entre 32 trabalhos inscritos, foi selecionado para encerrar a 3ª Mostra de Dança Contemporânea de Itajaí (SC), no último dia 28. Em junho de 2008, deverá representar o Brasil no XX Danza Nueva Festival de Lima (Peru), junto com grupos de dança contemporânea da América Latina, EUA e Europa.
Criado em dezembro de 1993, o Ballet de Londrina é mantido pela Fundação Cultura Artística de Londrina (Funcart) em parceria com a Prefeitura do Município. Prestes a completar 14 anos, já montou 21 espetáculos, realizou nove turnês nacionais, sete viagens internacionais (Cuba, Peru, Argentina e Zimbábue), somando mais de 400 apresentações e um público aproximado de 70 mil pessoas.
É uma das mais reconhecidas companhias profissionais fora do eixo RJ/SP. Além de inegável qualidade artística, desenvolve projetos de democratização à cultura. Um deles é a Escola Municipal de Dança, no qual mais de 200 crianças de classe média baixa freqüentam gratuitamente o curso de dança clássica. Muitos membros do Ballet são professores da Escola.
Ficha técnica:
Criação e direção: Leonardo Ramos
Assistente de direção: Ana Maria Aromatario
Produção: Suzana Proença
Música: Sergei Prokofiev
Cenário: Maria Laura
Fotos: Olívia Orquiza e Celso Pacheco
Confecção de Figurino: Ateliê Cidinha
Elenco:
Alexandro Micale
Bruna Martins
Carina Corte
Cláudio de Souza
José Maria
Juliana Rodrigues
Luciana Lupi
Marciano Boletti
Viviane Terrenta
Técnicos de Palco: Arthur Limenza e Gustavo Batilano
Produção: Suzana Proença
Realização: Associação dos Profissionais da Dança de Londrina e Região Norte do Paraná/FUNCART
Informações pelo telefone: 43 33422362
sábado, 10 de novembro de 2007
Ballet de Londrina se apresenta em Arapongas / PR - Cine Teatro Mauá às 20:00 horas, dia 10 de novembro 2007
A agenda cultural de Arapongas para o mês de novembro, divulgada pela Secretaria de Cultura, Lazer e Eventos (SECLE), promete muitas surpresas e emoções à população. No dia 10 de novembro, o Projeto Apoio de Circulação de Dança promovido pela Secretaria de Estado da Cultura traz aos araponguenses o espetáculo “Decalque”, apresentado pelo Ballet Londrina.
A apresentação acontecerá no Cine Teatro Mauá às 20:00 horas e a entrada será gratuita.
Hoje, formado por 10 bailarinos, o Ballet de Londrina está em turnê com o seu 21° espetáculo de dança, ou seja, “Decalque”. No total, o grupo já fez oito turnês nacionais e sete viagem internacionais. “Decalque” é decorrência de um processo de pesquisa iniciado pelo Ballet de Londrina em 2006, com o espetáculo “Fale Baixo”, cuja proposta principal é trabalhar novos e diferentes eixos de equilíbrio e apoios para locomoção.
Na exploração desse processo, foi na música “Romeu e Julieta”, de Prokofiev, que se identificou a energia do movimento investigado no atual momento. Desta forma, a opção por montar este clássico de Shakespeare não partiu da idéia de contar a já tão conhecida história dos dois amantes de Verona, mas usá-la como substrato para a construção da dança. O motivo principal da criação não foi o tema, mas o movimento.
sexta-feira, 9 de novembro de 2007
Ballet de Londrina se apresenta em Campo Mourão, às 20 horas no Teatro Municipal
O Ballet de Londrina apresenta o espetáculo “Decalque”, às 20 horas, dia 9 de novembro, no Teatro Municipal de Campo Mourão, com entrada franca.
Campo Mourão é a segunda das 10 cidades do roteiro paranaense que o espetáculo deverá percorrer até o final de novembro, dentro do projeto de Apoio à Circulação de Espetáculos de Dança promovido pela Secretaria de Estado da Cultura. A apresentação na cidade conta com o apoio da Secretaria Especial da Cultura de Campo Mourão/ Fundacam.
O espetáculo
Decalque é um espetáculo de dança contemporânea baseado no drama “Romeu e Julieta”, de Shakespeare. No entanto, a idéia não é contar linearmente a tão conhecida história dos dois amantes de Verona, mas apenas fazer aparecer ou surgir lembranças que quase todas as pessoas têm da história.
Em “Decalque”, mais que a narrativa, o que se explora, são os aspectos universais vividos pelos personagens como a questão do destino, da solidão, da paixão, da proibição, da morte. O público, por vezes, encontrará referências claras ao enredo, mas isso logo é esquecido, ficando aquilo que foi o motivo da criação: o movimento. Não há só um Romeu ou uma Julieta. Os bailarinos se revezam nestes papéis nas mais diversas combinações e fragmentos de cena se reproduzem, como que por decalque, com diferentes bailarinos, em diferentes momentos.
Com nove jovens bailarinos, “Decalque” se utiliza de vigorosos e exigentes movimentos de solo. Em cerca de uma hora de dança de qualidade, tem-se uma bem realizada exploração de eixos de equilíbrio e de possibilidades de locomoção, que colocam o elenco, quase o tempo todo, no chão, andando de joelhos, nos cotovelos, usando costas e quadris.
Carreira de sucesso
Visto por mais de três mil pessoas, “Decalque” estreou em junho, escalado na 39ª edição do Festival Internacional de Londrina (Filo). Depois passou por Piracicaba (SP), Cascavel (PR) e São Paulo, tendo sido sempre bem recebido pelo público e crítica especializada. Entre 32 trabalhos inscritos, foi selecionado para encerrar a 3ª Mostra de Dança Contemporânea de Itajaí (SC), no último dia 28. Em junho de 2008, deverá representar o Brasil no XX Danza Nueva Festival de Lima (Peru), junto com grupos de dança contemporânea da América Latina, EUA e Europa.
Criado em dezembro de 1993, o Ballet de Londrina é mantido pela Fundação Cultura Artística de Londrina (Funcart) em parceria com a Prefeitura do Município. Prestes a completar 14 anos, já montou 21 espetáculos, realizou nove turnês nacionais, sete viagens internacionais (Cuba, Peru, Argentina e Zimbábue), somando mais de 400 apresentações e um público aproximado de 70 mil pessoas.
É uma das mais reconhecidas companhias profissionais fora do eixo RJ/SP. Além de inegável qualidade artística, desenvolve projetos de democratização à cultura. Um deles é a Escola Municipal de Dança, no qual mais de 200 crianças de classe média baixa freqüentam gratuitamente o curso de dança clássica. Muitos membros do Ballet são professores da Escola.
Ficha técnica:
Criação e direção: Leonardo Ramos
Assistente de direção: Ana Maria Aromatario
Produção: Suzana Proença
Música: Sergei Prokofiev
Cenário: Maria Laura
Fotos: Olívia Orquiza e Celso Pacheco
Confecção de Figurino: Ateliê Cidinha
Elenco:
Alexandro Micale
Bruna Martins
Carina Corte
Cláudio de Souza
José Maria
Juliana Rodrigues
Luciana Lupi
Marciano Boletti
Viviane Terrenta
Técnicos de Palco: Arthur Limenza e Gustavo Batilano
Fonte: Portal CyberCafeCm.com
Campo Mourão é a segunda das 10 cidades do roteiro paranaense que o espetáculo deverá percorrer até o final de novembro, dentro do projeto de Apoio à Circulação de Espetáculos de Dança promovido pela Secretaria de Estado da Cultura. A apresentação na cidade conta com o apoio da Secretaria Especial da Cultura de Campo Mourão/ Fundacam.
O espetáculo
Decalque é um espetáculo de dança contemporânea baseado no drama “Romeu e Julieta”, de Shakespeare. No entanto, a idéia não é contar linearmente a tão conhecida história dos dois amantes de Verona, mas apenas fazer aparecer ou surgir lembranças que quase todas as pessoas têm da história.
Em “Decalque”, mais que a narrativa, o que se explora, são os aspectos universais vividos pelos personagens como a questão do destino, da solidão, da paixão, da proibição, da morte. O público, por vezes, encontrará referências claras ao enredo, mas isso logo é esquecido, ficando aquilo que foi o motivo da criação: o movimento. Não há só um Romeu ou uma Julieta. Os bailarinos se revezam nestes papéis nas mais diversas combinações e fragmentos de cena se reproduzem, como que por decalque, com diferentes bailarinos, em diferentes momentos.
Com nove jovens bailarinos, “Decalque” se utiliza de vigorosos e exigentes movimentos de solo. Em cerca de uma hora de dança de qualidade, tem-se uma bem realizada exploração de eixos de equilíbrio e de possibilidades de locomoção, que colocam o elenco, quase o tempo todo, no chão, andando de joelhos, nos cotovelos, usando costas e quadris.
Carreira de sucesso
Visto por mais de três mil pessoas, “Decalque” estreou em junho, escalado na 39ª edição do Festival Internacional de Londrina (Filo). Depois passou por Piracicaba (SP), Cascavel (PR) e São Paulo, tendo sido sempre bem recebido pelo público e crítica especializada. Entre 32 trabalhos inscritos, foi selecionado para encerrar a 3ª Mostra de Dança Contemporânea de Itajaí (SC), no último dia 28. Em junho de 2008, deverá representar o Brasil no XX Danza Nueva Festival de Lima (Peru), junto com grupos de dança contemporânea da América Latina, EUA e Europa.
Criado em dezembro de 1993, o Ballet de Londrina é mantido pela Fundação Cultura Artística de Londrina (Funcart) em parceria com a Prefeitura do Município. Prestes a completar 14 anos, já montou 21 espetáculos, realizou nove turnês nacionais, sete viagens internacionais (Cuba, Peru, Argentina e Zimbábue), somando mais de 400 apresentações e um público aproximado de 70 mil pessoas.
É uma das mais reconhecidas companhias profissionais fora do eixo RJ/SP. Além de inegável qualidade artística, desenvolve projetos de democratização à cultura. Um deles é a Escola Municipal de Dança, no qual mais de 200 crianças de classe média baixa freqüentam gratuitamente o curso de dança clássica. Muitos membros do Ballet são professores da Escola.
Ficha técnica:
Criação e direção: Leonardo Ramos
Assistente de direção: Ana Maria Aromatario
Produção: Suzana Proença
Música: Sergei Prokofiev
Cenário: Maria Laura
Fotos: Olívia Orquiza e Celso Pacheco
Confecção de Figurino: Ateliê Cidinha
Elenco:
Alexandro Micale
Bruna Martins
Carina Corte
Cláudio de Souza
José Maria
Juliana Rodrigues
Luciana Lupi
Marciano Boletti
Viviane Terrenta
Técnicos de Palco: Arthur Limenza e Gustavo Batilano
Fonte: Portal CyberCafeCm.com
domingo, 28 de outubro de 2007
quinta-feira, 18 de outubro de 2007
Projeto Apoio de Circulação de Dança promovido pelo Secretaria Estado da Cultura Apresenta: Ballet de Londrina em "Decalque" - Agenda out / nov 2007
Projeto Apoio de Circulação de Dança promovido pelo Secretaria Estado da Cultura
Apresenta Ballet de Londrina em "Decalque"
“Decalque” é decorrência de um processo de pesquisa iniciado pelo Ballet de Londrina em 2006, com o espetáculo “Fale Baixo”, cuja proposta principal é trabalhar novos e diferentes eixos de equilíbrio e apoios para locomoção. Na exploração desse processo, foi na música “Romeu e Julieta”, de Prokofiev, que se identificou a energia do movimento investigado no atual momento. Desta forma, a opção por montar este clássico de Shakespeare não partiu da idéia de contar a já tão conhecida história dos dois amantes de Verona, mas usá-la como substrato para a construção da dança. O motivo principal da criação não foi o tema, mas o movimento.
O processo foi um desafio para o elenco que, tendo corpos solidamente formados na vertical, através de anos de estudo de ballet clássico, teve que construir novos apoios e eixos, fazendo de suas limitações fonte de descoberta de movimentos singulares e até dotados de algum ineditismo. O espetáculo apresenta um roteiro de movimentos que conduz os personagens/bailarinos a transitarem em um plano onde o físico é exigido ao extremo, criando assim o ambiente da obra.
Sobre o drama de Shakespeare, a intenção é apenas fazer aparecer ou surgir lembranças que quase todos têm da já tão conhecida história. Daí usar o título “Decalque”, sem a preocupação com o sentido, muitas vezes, negativo que a palavra pode carregar. Definida pelos dicionários como: ato de copiar; imitação, plágio, a palavra também é apresentada como qualquer imagem que lembre aquela obtida pelo decalque, ou ainda, como fazer aparecer ou surgir, como que reproduzido por decalcomania (processo de transportar desenhos de um papel para outro papel).
Em “Decalque”, mais que a narrativa, o que se explora, são os aspectos universais vividos pelos personagens como a questão do destino, da solidão, da paixão, da proibição, da morte. O público, por vezes, encontrará referências claras ao enredo, mas isso logo é esquecido, ficando aquilo que foi o motivo da criação: o movimento. Não há só um Romeu ou uma Julieta. Os bailarinos se revezam nestes papéis nas mais diversas combinações e fragmentos de cena se reproduzem, como que por decalque, com diferentes bailarinos, em diferentes momentos. Os demais personagens não estão presentes na sua totalidade, havendo apenas algumas aparições, mas sem um compromisso de identificá-los para o público. A idéia é provocar impressões de personagens e situações dramáticas, mais que apresentar personagens ou desenvolver situações literais.
A obra “Romeu e Julieta” já foi explorada por Leonardo Ramos, em dois trabalhos anteriores do Ballet de Londrina: o dueto “...&...”, em 1996, apenas para a música do balcão de Prokofiev, e “ 2 e nada mais”, em 1998, para a música “West Side Story” de Bernstein. No entanto, é em Decalque – cuja música e tema, a princípio, serviriam de simples substrato - que a força e dramaticidade da trilha, da história e da coreografia se apresentam com maior impacto, nitidez e emoção. Resultado tanto do trabalho de pesquisa de movimento, quanto do amadurecimento do elenco e do coreógrafo.
Sobre a música:
A música Romeu e Julieta do compositor russo Sergei Prokofiev , foi composta em 1936, estreou em 30 dezembro de 1938 com o Ballet do Teatro Nacional de Brno, na República Checa. Mas a estréia considerada para seu currículo foi em 1940, pelo Kirov.
O Teatro Kirov de Leningrado queria apresentar um novo ballet de Prokofiev, mas quando, em 34, o autor propôs “Romeu e Julieta” como tema para novo ballet, as autoridades do teatro rejeitaram. Como o próprio Prokofieve explicou depois, o problema estava no final da história, porque, para as autoridades do Kirov “ pessoas vivas podem dançar, as mortas não”. Então, o compositor assinou um contrato com o Teatro Bolshoi, de Moscou, e completou o trabalho em 1935, quando, foi novamente frustrado porque os diretores do Bolshoi consideraram a música “indançável”. Extensivamente revisado, o ballet finalmente estreou em 30 de dezembro de 1938 com o Ballet do Teatro Nacional de Brno, na República Checa, onde obteve uma recepção entusiástica. Somente após este sucesso que o Kirov e Bolshoi montaram o espetáculo em 1940 em 1946 respectivamente.
Romeu e Julieta de Prokofiev é ainda considerado um de seus melhores trabalhos. Mas, por que o compositor russo decidiu criar – seguindo os passos do poema sinfônico de Tchaikovsky, da opera de Daniel Steibelt e a trilha para ballet de Constant Lambert – mais uma obra a partir da popular tragédia de Shakespeare? Como o próprio Prokofiev revela em sua autobiografia, o compositor vinha estando mais e mais atento aos aspectos líricos de sua música e uma trilha baseada no drama Romeu e Julieta permitiria a ela explorar completamente esse elemento lírico. De fato, Prokofiev compôs temas para expressar emoções, para significar a aparição de personagens particulares no palco. Esses temas seriam recorrentes através de toda a trilha, e essa característica unificante da música contribuiu em parte para seu eventual sucesso.
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Serviço:
Apoio de Circulação de Dança promovido pelo Secretaria Estado da Cultura
OUTUBRO
Dia 20 em Londrina no Teatro Ouro Verde
Dia 28 em Itajaí-SC no Teatro Municipal de Itajaí
NOVEMBRO
Dia 09 em Campo Mourão-PR no Teatro Municipal
Dia 10 em Arapongas-PR no Cine-Teatro Mauá
Dia 14 em Apucarana-PR no Cine- Teatro Fênix
Dia 22 em Jacarezinho-PR no Cine-Teatro Iguaçu
Dia 24 em Andirá-PR no Cine-Teatro São Carlos
Dia 26 em Maringá-PR no Teatro Calil Haddad
Dia 27 em Cornélio Procópio-PR no Anfiteato da UFTPR
Todas com entrada franca, exceto Londrina e Itajaí, por fazer parte da programação do Festival de Dança e da 3ª Mostra de Dança Contemporãnea de Itajaí.
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Ficha técnica:
Criação e direção: Leonardo Ramos
Assistente de direção: Ana Maria Aromatario
Música: Sergei Prokofiev
Cenário: Maria Laura
Fotos: Olívia Orquiza, Celso Pacheco, Mario Bourges, Karina Yamada
Confecção de Figurino: Maria Aparecida
Elenco:
Alexandro Micale
Bruna Martins
Carina Corte
Cláudio de Souza
José Maria
Juliana Rodrigues
Luciana Lupi
Marciano Boletti
Viviane Terrenta
Técnicos de Palco: Arthur Limenza e Gustavo Batilano
Produção: Suzana Proença
Realização:
FUNCART / Prefeitura de Londrina
Apresenta Ballet de Londrina em "Decalque"
“Decalque” é decorrência de um processo de pesquisa iniciado pelo Ballet de Londrina em 2006, com o espetáculo “Fale Baixo”, cuja proposta principal é trabalhar novos e diferentes eixos de equilíbrio e apoios para locomoção. Na exploração desse processo, foi na música “Romeu e Julieta”, de Prokofiev, que se identificou a energia do movimento investigado no atual momento. Desta forma, a opção por montar este clássico de Shakespeare não partiu da idéia de contar a já tão conhecida história dos dois amantes de Verona, mas usá-la como substrato para a construção da dança. O motivo principal da criação não foi o tema, mas o movimento.
O processo foi um desafio para o elenco que, tendo corpos solidamente formados na vertical, através de anos de estudo de ballet clássico, teve que construir novos apoios e eixos, fazendo de suas limitações fonte de descoberta de movimentos singulares e até dotados de algum ineditismo. O espetáculo apresenta um roteiro de movimentos que conduz os personagens/bailarinos a transitarem em um plano onde o físico é exigido ao extremo, criando assim o ambiente da obra.
Sobre o drama de Shakespeare, a intenção é apenas fazer aparecer ou surgir lembranças que quase todos têm da já tão conhecida história. Daí usar o título “Decalque”, sem a preocupação com o sentido, muitas vezes, negativo que a palavra pode carregar. Definida pelos dicionários como: ato de copiar; imitação, plágio, a palavra também é apresentada como qualquer imagem que lembre aquela obtida pelo decalque, ou ainda, como fazer aparecer ou surgir, como que reproduzido por decalcomania (processo de transportar desenhos de um papel para outro papel).
Em “Decalque”, mais que a narrativa, o que se explora, são os aspectos universais vividos pelos personagens como a questão do destino, da solidão, da paixão, da proibição, da morte. O público, por vezes, encontrará referências claras ao enredo, mas isso logo é esquecido, ficando aquilo que foi o motivo da criação: o movimento. Não há só um Romeu ou uma Julieta. Os bailarinos se revezam nestes papéis nas mais diversas combinações e fragmentos de cena se reproduzem, como que por decalque, com diferentes bailarinos, em diferentes momentos. Os demais personagens não estão presentes na sua totalidade, havendo apenas algumas aparições, mas sem um compromisso de identificá-los para o público. A idéia é provocar impressões de personagens e situações dramáticas, mais que apresentar personagens ou desenvolver situações literais.
A obra “Romeu e Julieta” já foi explorada por Leonardo Ramos, em dois trabalhos anteriores do Ballet de Londrina: o dueto “...&...”, em 1996, apenas para a música do balcão de Prokofiev, e “ 2 e nada mais”, em 1998, para a música “West Side Story” de Bernstein. No entanto, é em Decalque – cuja música e tema, a princípio, serviriam de simples substrato - que a força e dramaticidade da trilha, da história e da coreografia se apresentam com maior impacto, nitidez e emoção. Resultado tanto do trabalho de pesquisa de movimento, quanto do amadurecimento do elenco e do coreógrafo.
Sobre a música:
A música Romeu e Julieta do compositor russo Sergei Prokofiev , foi composta em 1936, estreou em 30 dezembro de 1938 com o Ballet do Teatro Nacional de Brno, na República Checa. Mas a estréia considerada para seu currículo foi em 1940, pelo Kirov.
O Teatro Kirov de Leningrado queria apresentar um novo ballet de Prokofiev, mas quando, em 34, o autor propôs “Romeu e Julieta” como tema para novo ballet, as autoridades do teatro rejeitaram. Como o próprio Prokofieve explicou depois, o problema estava no final da história, porque, para as autoridades do Kirov “ pessoas vivas podem dançar, as mortas não”. Então, o compositor assinou um contrato com o Teatro Bolshoi, de Moscou, e completou o trabalho em 1935, quando, foi novamente frustrado porque os diretores do Bolshoi consideraram a música “indançável”. Extensivamente revisado, o ballet finalmente estreou em 30 de dezembro de 1938 com o Ballet do Teatro Nacional de Brno, na República Checa, onde obteve uma recepção entusiástica. Somente após este sucesso que o Kirov e Bolshoi montaram o espetáculo em 1940 em 1946 respectivamente.
Romeu e Julieta de Prokofiev é ainda considerado um de seus melhores trabalhos. Mas, por que o compositor russo decidiu criar – seguindo os passos do poema sinfônico de Tchaikovsky, da opera de Daniel Steibelt e a trilha para ballet de Constant Lambert – mais uma obra a partir da popular tragédia de Shakespeare? Como o próprio Prokofiev revela em sua autobiografia, o compositor vinha estando mais e mais atento aos aspectos líricos de sua música e uma trilha baseada no drama Romeu e Julieta permitiria a ela explorar completamente esse elemento lírico. De fato, Prokofiev compôs temas para expressar emoções, para significar a aparição de personagens particulares no palco. Esses temas seriam recorrentes através de toda a trilha, e essa característica unificante da música contribuiu em parte para seu eventual sucesso.
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Serviço:
Apoio de Circulação de Dança promovido pelo Secretaria Estado da Cultura
OUTUBRO
Dia 20 em Londrina no Teatro Ouro Verde
Dia 28 em Itajaí-SC no Teatro Municipal de Itajaí
NOVEMBRO
Dia 09 em Campo Mourão-PR no Teatro Municipal
Dia 10 em Arapongas-PR no Cine-Teatro Mauá
Dia 14 em Apucarana-PR no Cine- Teatro Fênix
Dia 22 em Jacarezinho-PR no Cine-Teatro Iguaçu
Dia 24 em Andirá-PR no Cine-Teatro São Carlos
Dia 26 em Maringá-PR no Teatro Calil Haddad
Dia 27 em Cornélio Procópio-PR no Anfiteato da UFTPR
Todas com entrada franca, exceto Londrina e Itajaí, por fazer parte da programação do Festival de Dança e da 3ª Mostra de Dança Contemporãnea de Itajaí.
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Ficha técnica:
Criação e direção: Leonardo Ramos
Assistente de direção: Ana Maria Aromatario
Música: Sergei Prokofiev
Cenário: Maria Laura
Fotos: Olívia Orquiza, Celso Pacheco, Mario Bourges, Karina Yamada
Confecção de Figurino: Maria Aparecida
Elenco:
Alexandro Micale
Bruna Martins
Carina Corte
Cláudio de Souza
José Maria
Juliana Rodrigues
Luciana Lupi
Marciano Boletti
Viviane Terrenta
Técnicos de Palco: Arthur Limenza e Gustavo Batilano
Produção: Suzana Proença
Realização:
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