sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Balé do Guaíra estreia Lendas

Mito indígena sobre a formação das Cataratas do Iguaçu inspira, pela segunda vez, uma coreografia do BTG, que comemora quatro décadas de atividade

Gazeta do Povo - Caderno G - Luciana Romagnolli

O aniversário de 40 anos do Balé do Teatro Guaíra (BTG) enfim será celebrado como melhor cabe a um grupo de bailarinos: dançando. Ao estrear uma nova coreografia nesta sexta-feira (25), o principal corpo de baile paranaense revisita um tema de sua história, recriado em passos contemporâneos. O mito indígena dos amantes eternamente separados, que deram origem às belezas naturais de Foz do Iguaçu, é contado em movimentos e música no balé Lendas das Cataratas do Iguaçu, no Guairão.

Há mais de 20 anos, o coreógrafo Carlos Trincheiras partiu do mesmo mote para criar um balé clássico para o BTG. Equilibrados sob sapatilhas de pontas, os bailarinos incorporavam os apaixonados Naipi e Tarobá e o vingativo MBoi, ao som de uma composição pré-existente do boliviano radicado no Brasil Jaime Zenamon, escolhida por Trincheiras.

O mesmo compositor assina a trilha sonora da nova versão, com a diferença significativa de que, desta vez, Zenamon compôs um tema especialmente para o balé. Param aí – e na repetição da lenda, é claro – as semelhanças entre as duas montagens. A coreografia que o BTG interpreta agora é uma criação nova encomendada ao paulista Rui Moreira, residente em Minas Gerais, onde integrou, no passado, o elenco do Grupo Corpo. Ele dispensou as sapatilhas, deixou os bailarinos descalços sobre um chão de terra, e in­­vestiu na dança contemporânea.

O convite feito a Moreira levou em conta suas pesquisas sobre os movimentos afros e indígenas. Em especial, deste último grupo. “Os índios usam muito o chão e batidas com os pés”, revela Carla Reinecke, di­­retora do BTG. “Mas o que o Mo­­reira fez não foi uma mímica dos rituais indígenas e sim um estudo para transpor a essência de alguns movimentos, rituais e jogos.”

As bailarinas Mari Paula e Luciana Voloxki se alternam como Naipi, índia caingangue condenada à forma de uma grande rocha por preferir o amor do guerreiro Tarobá (papel de André Neri e Daniel Siqueira), em vez de ser entregue a um deus-serpente, MBoi. Seus figurinos, feitos de tule de elastano cor-de-pele, recordam o vestuário indígena, em um cenário ocupado por um painel em tons ocres. As cataratas são sugeridas só ao fim, com luz e gelo seco.

Embora a música e a coreografia devam estar mais entrosadas por uma ter sido feita, literalmente, para a outra, o espetáculo perde pela ausência da Orquestra Sinfônica do Paraná. Os músicos do Teatro Guaíra gravaram a trilha que será executada, mas não estarão ao vivo para in­­terpretá-la, segundo Carla, por um problema de agenda. A estreia de Lendas... estava previamente marcada para maio, mas foi adiada por quatro meses.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Balé Guaíra estreia a nova versão de “Lendas das Cataratas do Iguaçu”

A nova criação coreográfica do Balé Teatro Guaíra, “Lendas das Cataratas do Iguaçu”, que leva a assinatura do paulista Rui Moreira, estreia nesta sexta-feira (25), às 20h30, no auditório do Guairão. Com este trabalho, o grupo se prepara para comemorar seus 40 anos de criação.

O espetáculo será apresentado também no sábado (26), às 20h30, com ingressos a R$ 5,00, e no domingo (27), às 18 horas, no Teatro para o Povo, com entrada franca.

A primeira versão da obra, de 1987, é do coreógrafo português Carlos Trincheiras, já falecido. Trincheiras foi um importante diretor e coreógrafo da companhia no período de 1979 a 1993. Esta versão de “Lendas das Cataratas do Iguaçu” é baseada na nova partitura musical do compositor Jaime Zenamon, criada especialmente para a dança. Para o trabalho anterior também foi utilizada a sua música.

A coreografia mostra um pouco da história das raízes do povo brasileiro, os costumes e as crenças dos índios Caingangues, que habitavam o Rio Grande do Sul e que hoje estão quase extintos, restando uma população de aproximadamente 14 mil pessoas.

Ficha técnica - Coreografia: Rui Moreira; música: Jaime Zenamon; cenário: Cleverson Cavalheiro; figurinos: Áldice Lopes; iluminação: Cleverson Cavalheiro e Waldo de León.

No elenco, Naipi- Mari Paula ou Luciana Voloxki. Tarobá; André Neri ou Daniel Siqueira; Serpente - Daniel Siqueira ou Claúdio Fontan; Pajé - Fábio Valladão ou Ricardo Garanhani; Pássaros - Alessandra Lange, Juliana Rodrigues, Luciana Voloxki ou Mari Paula, Nina Monteiro, Pamela Sobral, Thayne Fernandes; Mães - Elenora Greca, Regina Kotaka, Soraya Felicio.

Grupo: Alex Cajé, Déborah Chibiaque, Eraldo Alves, Erickson de Oliveira, Ian Mickiewicz, Jorge Schneider, Juliane Engelhardt, Leandro Vieira, Marina Teixeira, Nelson Mello, Patrich Lorenzeti, Patricia Machado, Pedro I. Zacarias, Renatah Bronze, Reinaldo Pereira e Simone Bonisch.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Balé Teatro Guaíra apresenta "A Lenda das Cataratas do Iguaçu"

Dias(s): Dias 25 e 26 e 27 de setembro

Horário(s): Sexta e sábado às 20h30 e domingo às 18h (Teatro para o Povo)

Auditório: Bento Munhoz da Rocha Netto(Guairão)

Ingressos: R$5,00 - Desconto de 50% para portadores do Cartão Teatro Guaíra

Postos de Venda: Bilheteria do Teatro, Livrarias Curitiba (Shopping Estação), Internet e Disk Ingressos (Shopping Muller e Curitiba).

Data de Início das Vendas: Informações pelo telefone: 3304-7982

Classificação: Livre

O Balé Teatro Guaíra se prepara para comemorar seus 40 anos de criação com a obra “A Lenda das Cataratas do Iguaçu”, do compositor Jaime Zenamon, coreografia assinada pelo paulista Rui Moreira. O espetáculo terá três apresentações abertas ao público.

Esta versão de “A Lenda das Cataratas do Iguaçu” é baseada na partitura musical do compositor Jaime Zenamon, criada especialmente para dança. A coreografia mostra um pouco da história das raízes do povo brasileiro, os costumes e as crenças dos índios Caingangues (ou ainda kaingang, kanhgág), que são um do Brasil meridional habitantes do Rio Grande do Sul e que hoje estão quase extintos restando aproximadamente 14 mil.

Coreografia: Rui Moreira. Música: Jaime Zenamon (especialmente composta). Cenário: Cleverson Cavalheiro. Figurinos: Áldice Lopes. Iluminação: Cleverson Cavalheiro e Waldo de León. Elenco:
Naipi- Mari Paula ou Luciana Voloxki. Tarobá - André Neri ou Daniel Siqueira. Serpente - Daniel Siqueira ou Claúdio Fontan. Pajé - Fábio Valladão ou Ricardo Garanhani. Pássaros - Alessandra Lange, Juliana Rodrigues, Luciana Voloxki ou Mari Paula, Nina Monteiro, Pamela Sobral, Thayne Fernandes. Mães - Elenora Greca, Regina Kotaka, Soraya Felicio. Grupo: Alex Cajé, Déborah Chibiaque, Eraldo Alves, Erickson de Oliveira, Ian Mickiewicz, Jorge Schneider, Juliane Engelhardt, Leandro Vieira, Marina Teixeira, Nelson Mello, Patrich Lorenzeti, Patricia Machado, Pedro I. Zacarias, Renatah Bronze, Reinaldo Pereira, Simone Bonisch

terça-feira, 1 de setembro de 2009

2ª. Mostra ABABTG de Dança - Etapa Final

Nos próximos dias 4, 5 e 6 de setembro, no Guairinha, acontecerá a Etapa Final da 2a. Mostra ABABTG de Dança. Nos dias 4 às 20h e 6 às 18h, cerca de 35 grupos de 19 cidades do Paraná e Santa Catarina, participarão com 48 coreografias. Estes grupos foram selecionados durante as Etapas Seletivas que aconteceram nos meses de junho e julho nas cidades de Curitiba, Ponta Grossa, Francisco Beltrão, Maringá e União da Vitória. Já no dia 5, às 20h, haverá um Espetáculo de Gala com a Guaíra 2 Cia de Dança e o Balé Teatro Guaíra.

Os ingressos estão à venda no Teatro Guaíra, no valor de R$10,00, com meia-entrada para as categorias previstas por lei (estudantes e idosos), clientes Caixa, comerciários Sesc PR, associados ao Cartão Teatro Guaíra, associados à ABABTG e participantes da 2a. Mostra ABABTG de Dança.

Também é parte da programação a entrega do Prêmio ABABTG de Incentivo à Dança, no dia 6 de setembro após o espetáculo, oficinas de Balé Clássico, Dança Contemporânea e Pilates, nos dias 5 e 6 a partir das 9h nas salas do BTG - Teatro Guaíra e a Palestra "A Evolução da Dança", no dia 5 às 13h, no Guaiirnha - mais informações e inscrições, acesse aqui.

Durante os espetáculos, o público poderá colaborar com a campanha de arrecadação de roupas de dança, que serão revertidas para programas sócioeducativos. Esta iniciativa, da Galvão Locações e da ABABTG, foi lançada no Evento História e Arte, que aconteceu no Shopping Crystal no final de julho. Participe!!

Confira a programação dos espetáculos:

Dia 4 de setembro - Guairinha - 20h

Balé Teatro Guaíra – Contraponto
Balé Teatro Guaíra – Águas Primaveris
Ballet Mirna Pecoits – Dom Quixote
La Ballerina – Icebergs
Grupo de Dança Contemporânea Pio XII – Indivíduo
Cecconello Escola de Dança – Bombons
Centro de Arte e Movimento Gicelle Jan – Serpente Equilibrista
Cia Eliane Fetzer – Por Um Instante
Cecconello Escola de Dança – Trois do Corsário
Premiere Ballet – Ronise Liston – Ilusão
Passantes e Pensantes – Sertões
Ballet Mirna Pecoits – Yesterday
Cia Eliane Fetzer – Vozes
Studio de Dança Giane Bellé – Pás de Trois Dança da Água
Escola de Dança Art Dance – Lindas Bailarinas
Coripheus Cia de Dança Sesc da Esquina – Raízes
Studio de Dança Estela Fernandes – Surto
Grupo de Dança Contemporânea Pio XII – Identidade
La Ballerina – A Parte Que Me Cabe
Luzes da Índia – Academia Portal Holístico – Anuradha Paudwall
Dance Sempre – Tango
Ballet Mirna Pecoits – The Beatles
Eliane Fetzer Centro de Dança – Kung Fu
Guth Leben – Valsa Frilink Zeit

Dia 5 de setembro - Guairinha - 20h

Guaira 2 Cia de Dança - Faces, de Eunice Oliveira
Balé Teatro Guaíra - O Segundo Sopro, de Roseli Rodrigues

Dia 6 de setembro - Guairinha - 18h

Balé Teatro Guaíra – Contraponto
Balé Teatro Guaíra – Águas Primaveris
Grupo D'Angelis – Harlequinade
Cia de Dança de Pinhais – Tributo à Shiva
Ballet Marista Pio XII – Kitri
Studio de Dança Edson Biage – Anjo Sem Asas
La Belle Dance – Vertigem
Espaço de Dança Paula Freitas – Alma de Borboleta
Grupo de Dança Marista de Cascavel – Bonecas
Grupo AMA – Paquita
Grupo de Dança Equilíbrio – Movimentos Que Falam
Escola de Dança Futura Dance – Hip-Hagga
Cia de Dança Deixa Falar – Cai Dentro
Studio D1 – La Bayadère
Escola de Danças Futura Dance – A Gatinha
Ballet Marista Pio XII – Mulheres de Atenas
Centro de Arte e Movimento Gicelle Jan – O Que Eu Danço
Grupo Equilíbrio – Dance With Somebody
Grupo D'Angelis - Sapiando a Moda Brasileira
Oficina de Dança – Academia – Verão
Espaço de Dança Paula Freitas – Hip Hop Move
Dança de Salão Academia Corpo e Saúde – Zouk Celestial
Cia de Danças e Artes Nativas Terthúlia – Barreiras
Grupo de Dança Débora Wolff – Manton
Grupo Folclórico Polonês Mazury – Rzeszów
Cia de Danças e Artes Nativas Terthúlia – União é Necessária
Grupo de Danças Gaúchas Estampa Campeira do Clube Princesa dos Campos – Na Paz do Campo Um retrato da Vida

sábado, 1 de agosto de 2009

Integração pela manhã no BTG e a noite a festa

Festa lembra os 40 anos do Balé Teatro Guaíra

Boa parte dos bailarinos, ex-bailarinos, diretores e ex-diretores do Balé Teatro Guaíra e do Centro Cultural Teatro Guaíra, personalidades do mundo da dança, autoridades, além de pessoas que apoiaram a companhia, vão se reunir em Curitiba hoje para comemorar os 40 anos do Balé Teatro Guaíra, criado em 12 de maio de 1969. Serão dois eventos: uma integração pela manhã no Teatro Guaíra e uma solenidade seguida de um coquetel no Estação Embratel Convention Center à noite. Bailarina do grupo desde 1976, Eleonora Greca é a responsável pela organização das festividades, que devem reunir 400 pessoas e integrar gerações que foram importantes para a história da companhia. “Optamos por fazer o evento em agosto, pois é época de férias na Europa e nos Estados Unidos. Dessa forma, garantimos que um número maior de convidados esteja presente”, explicou.

Os bailarinos e ex-diretores do teatro serão recepcionados pela manhã na sala de balé do Teatro Guaíra. Em seguida, farão um passeio pelo teatro, onde vão visitar a exposição de figurinos e adereços utilizados desde os primeiros espetáculos.
“Esse grande encontro era um desejo de todos os bailarinos. Uma companhia de balé não é somente trabalho, é uma grande família. A dança está na alma de todas essas pessoas”, disse Eleonora.

A partir das 20 horas, a comemoração continua no piso Portinari do Estação Embratel Convention Center. A apresentação de um texto e de um vídeo com fotos e imagens da companhia vai abrir o evento. O diretor do Teatro Guaíra no ano em que o corpo de balé foi fundado, Otávio Ferreira da Silva, e o professor René Dotti, grande incentivador do grupo, vão fazer pronunciamentos sobre a trajetória e a importância do Balé Teatro Guaíra. Um trecho do balé Romeu e Julieta será apresentado e, na sequência, os bailarinos subirão ao palco e serão homenageados.

“É muito emocionante reunir tantas pessoas responsáveis pelo prestígio conseguido pela companhia. Principalmente por que essa é uma parte de uma história que não acaba aqui. Precisamos do apoio dessas pessoas para manter a força dessa instituição cultural do estado do Paraná ”, finalizou Eleonora.

Bailarinos unem forças

Para garantir que o Balé Teatro Guaíra mantenha seu prestígio, bailarinos da formação atual criaram, em 2007, a Associação de Bailarinos e Apoiadores do Balé Teatro Guaíra (ABABTG). Hoje, a organização não-governamental conta com cerca de 200 associados entre funcionários do próprio teatro, bailarinos e apoiadores diversos.

“Resolvemos unir forças e buscar apoio do governo e da iniciativa privada para dar maior visibilidade à companhia”, explicou Jorge Schneider, diretor da ABABTG.

Em 2008, a associação realizou dois eventos: um festival de dança para novos coreógrafos e uma mostra de dança que envolveu 13 academias de Curitiba e que, em 2009, se expandiu para outras cidades.

Grupos de 20 cidades virão à Curitiba em setembro participar da fase final. “Essas ações também são uma forma de identificarmos novos talentos”, destacou Schneider. (ASP)

Fonte: Anelize Salvagni Pereira, especial para Gazeta do Povo - Caderno G

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Balé Teatro Guaíra comemora 40 anos





Uma das mais consagradas e aplaudidas companhias de dança brasileiras, o Balé Teatro Guaíra (BTG) está completando 40 anos de existência, tendo sido criado pelo Estado, na gestão do então governador Paulo Pimentel, em 1969. Em comemoração, os atuais e antigos bailarinos e diretores serão homenageados hoje, às 20h, no piso Portinari do Estação Embratel Convention Center. O evento, formulado para convidados, é intitulado 40 anos, dança, arte, talento.

Além disso, no salão de exposições do Guaíra, uma mostra aberta ao público apresenta alguns figurinos, programas de obras, vídeos e fotografias que contam um pouco da história da companhia ao longo das últimas décadas. A mesma tem entrada gratuita de segunda a sexta-feira, das 9h às 11h e das 14h às 17h. “Em setembro, também vamos estrear uma releitura do espetáculo Lendas do Iguaçu (cuja primeira montagem aconteceu em 1988) e, até o final do ano, deve ser lançado um livro sobre a companhia”, diz a primeira bailarina do BTG, Eleonora Greca, que ingressou na companhia em 1976.

Quando começou, o BTG tinha doze bailarinos. Já chegou a ter cinquenta e, hoje, conta com trinta integrantes de diferentes faixas etárias. Segundo Eleonora, a companhia, ao longo dos anos, teve fases muito boas e fases mais amenas. Porém, nunca ficou parada e tem um repertório bastante extenso (são 140 obras montadas). “Tivemos doze diretores e contamos com a participação de coreógrafos e bailarinos renomados mundialmente”.

Entre os artistas que realizaram participações no BTG estão os diretores Yurek Shabelewski, Hugo Delavalle, Carlos Trincheiras, Jair Moraes e Suzana Braga; os coreógrafos Maurice Bèjart, Milko Sparembleck, Vasco Wellenkamp, Tatiana Leskowa, John Buttler, Clyde Morgan, Rodrigo Pederneiras e OlgaRoriz,; além de Ana Botafogo, Ekaterina Maximova, Vladimir Vasilev, Monica Panader, Cristina Martinelli, Aldo Lotufo, José Moura e Emílio Martins. A companhia já se apresentou em Portugal (em 1984), países da América Latina e diversos estados brasileiros, realizando sempre viagens pelo Paraná.

“O BTG é uma companhia pública e que foi criada para que o público em geral tivesse acesso à dança. Por isso, com o objetivo de formação de plateia, realiza uma série de apresentações gratuitas ou a preços populares e não se prende a um único estilo de dança. Apresenta desde o clássico até o ultra contemporâneo”, afirma Eleonora. “O nível técnico dos bailarinos que compõem o BTG é muito bom. Eles têm muita versatilidade e uma capacidade impressionante de assimilação de movimentos”.