sábado, 19 de dezembro de 2009
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
sábado, 12 de dezembro de 2009
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Clássico “O Quebra Nozes” volta ao palco do Guaíra

“O Quebra Nozes”, um dos maiores clássicos da dança, volta ao palco do Guairão neste final de ano, para sete apresentações, com o Balé do Teatro Guaíra e a Orquestra Sinfônica do Paraná. Os ensaios com figurinos serão realizados nesta quinta-feira (10) e sexta (11), no Guairão, das 19h30 às 22hJá as apresentações estão programadas para os dias 12, 13, 16, 17, 18 e 19, às 20:30 horas, e no dia 20, às 18 hs, esta dentro do programa Teatro para o Povo. Os ingressos para a venda antecipada custam R$ 20,00 (platéia) e R$ 10,00 (balcões).
O balé é baseado no conto de Hoffmann publicado em 1816 e que em princípio não era um conto infantil, mas sim um texto que falava das fraquezas humanas como as paixões e situações vividas ao longo da sua existência. Em 1891, o famoso coreógrafo e diretor do Balé Imperial Russo, Marius Petipa, encomendou ao compositor Tchaikovsky a partitura musical para o balé “O Quebra-Nozes”.
Até hoje “O Quebra Nozes” é um das histórias mais contadas através da dança, do cinema e do teatro. A obra foi apresentada pelo Balé Teatro Guaíra pela primeira vez em 1980, em uma versão coreografada por Carlos Trincheiras, diretor da companhia na época. Teve como convidados os bailarinos russos, Maximova e Vassiliev, como a Fada Açucarada e o Príncipe Marzipam, respectivamente.
40 anos do Balé do Guaíra - O Balé Teatro Guaíra comemorou, em 2009, 40 anos de existência. Criado pelo Governo do Paraná, em 1969, através da Secretaria de Educação e Cultura, o Corpo de Baile da Fundação Teatro Guaíra, como era chamado na época, teve como primeiros diretores Ceme Jambay e Yara de Cunto.
O balé estreou este ano “Lendas das Cataratas do Rio Iguaçu”, com coreografia de Rui Moreira, sob a música de Jaime Zenamon (especialmente composta para companhia). Este ano também foi marcado por apresentações realizadas em diversas cidades do interior do Paraná com o objetivo de oportunizar a um outro público as obras de maior sucesso.
Os 40 anos de sucesso do Balé Teatro Guaíra estão registrados em um livro que mostra os momentos mais importantes da história deste patrimônio cultural paranaense.
Serviço: O Quebra Nozes.
Local: Guairão – rua Conselheiro Laurindo, s/n
Data: dia 12, 13, 16, 17, 18, 19 e 20
Horário: 20:30hs, exceto no dia 20 (18 h)
Ingressos: R$ 20,00 e R$ 10,00 (antecipado)
R$ 30,00 e R$ 20,00 (nos dias das apresentações)
domingo, 6 de dezembro de 2009
O Balé Teatro Guaíra e a Orquestra Sinfônica do Paraná encerram o ano com “O Quebra Nozes”
O Centro Cultural Teatro Guaíra encerra sua programação oficial do ano de 2009 com o espetáculo “O Quebra Nozes”, um dos três balés do grande compositor russo Piotr Ilitch Tchaikovsky. O espetáculo reúne o Balé Teatro Guaíra e a Orquestra Sinfônica no Paraná, com a participação do G2 Cia de Dança e da Escola de Dança do Teatro Guaíra.
O evento vem se constituindo em tradição na programação do Teatro, como homenagem natalina à comunidade. As seis récitas acontecerão nos dia 12 e 13 e de 17 a 20 de dezembro. Os ingressos são a preços populares e a apresentação do dia 20 integra o projeto Teatro para o Povo, com entrada franca.
A montagem de “O Quebra Nozes” do Teatro Guaíra tem coreografia de Carla Reinecke e cenários e figurinos de Paulinho Maia e Ricardo Garanhani.
Direção Artística do espetáculo é de Carla Reinecke e a Direção Musical e Regência do maestro Alessandro Sangiorgi.
O balé conta as aventuras de um quebranozes de aparência humana, vestido de soldado.
A heroína, Clara, gostava tanto da sua aparência que o pediu como presente de natal ao seu padrinho. Assim o padrinho Herr Dosslmeyer fabricante de relógio diz: "Era precisamente para ti", logo em seguida Clara experimenta-o e vê que ele quebra as nozes sempre sem perder o seu sorriso e também com grande eficácia. Seu irmão Fritz, que tinha visto como o quebra-nozes funcionava, também quis usá-lo, mas escolhe as nozes maiores que havia no cesto. Então o quebra-nozes, sendo usado grosseiramente pelo irmão dela, acaba quebrando um de seus braços. Diante das reclamações da pobre Clara, seu pai o juiz Stahlbaun, entrega à filha o seu quebra-nozes como propriedade exclusiva, tendo Fritz que sair para brincar com os seus brinquedos. Logo em seguida Clara pega no chão o braço de quebra-nozes e o consola abraçando-o em seus braços até ele dormir e Clara, também acaba dormindo. Com o adormecimento, Clara sonha... Clara volta ao esconderijo onde havia colocado o seu quebra-nozes, mas encontra o salão cheio de ratazanas enormes que o seu padrinho Dosselmeyer criou. A casa desapareceu e no lugar onde ficavam os móveis estavam árvores gigantescas. Não foi só isso que mudou; o Quebra-Nozes de Clara agora é um soldado de carne e osso e que tem às suas ordens um pelotão de soldados como ele. Começa uma batalha entre as ratazanas e o pelotão do Quebra-Nozes. Jogando enormes sapatos até às ratazanas, os soldados vencem a batalha, e com isso as ratazanas fogem rapidamente. O bosque se transforma numa linda estufa de inverno. O Quebra-Nozes transforma-se num lindo príncipe que leva Clara até o Reino dasNeves, onde apresenta ao rei e a rainha à menina e dançam juntos. Fim do 1º Acto.
No início do 2º acto Clara e o príncipe Quebra-Nozes despedem-se e seguem para o Reino dos Doces pelo Caminho da Limonada, onde pastéis de todos os reinos do mundo dançam com os dois. Depois deste sonho tão mágico e fantástico Clara acorda e percebe que havia sonhado,ficando triste por isso. Deste modo, vai se despedir do padrinho mago, que tinha ido para casa na companhia do sobrinho. Então, para surpresa de Clara, o tal sobrinho é na verdade o príncipe Quebra-Nozes.
O balé em dois atos, com coreografia original de Marius Petipa (1818-1910), estreou em 18 de Dezembro de 1892, em São Petersburgo. É uma das obras mais conhecidas de Tchaikowsky.
Em geral, as suítes de obras como balés são realizadas depois da peça pronta. Tchaikovsky concebeu a suíte do Quebra Nozes ao mesmo tempo em que compôs o balé. A Suíte Quebra Nozes estreou antes do balé, em 7 de Março de 1892, com regência do próprio Tchaikovsky.
O evento vem se constituindo em tradição na programação do Teatro, como homenagem natalina à comunidade. As seis récitas acontecerão nos dia 12 e 13 e de 17 a 20 de dezembro. Os ingressos são a preços populares e a apresentação do dia 20 integra o projeto Teatro para o Povo, com entrada franca.
A montagem de “O Quebra Nozes” do Teatro Guaíra tem coreografia de Carla Reinecke e cenários e figurinos de Paulinho Maia e Ricardo Garanhani.
Direção Artística do espetáculo é de Carla Reinecke e a Direção Musical e Regência do maestro Alessandro Sangiorgi.
O balé conta as aventuras de um quebranozes de aparência humana, vestido de soldado.
A heroína, Clara, gostava tanto da sua aparência que o pediu como presente de natal ao seu padrinho. Assim o padrinho Herr Dosslmeyer fabricante de relógio diz: "Era precisamente para ti", logo em seguida Clara experimenta-o e vê que ele quebra as nozes sempre sem perder o seu sorriso e também com grande eficácia. Seu irmão Fritz, que tinha visto como o quebra-nozes funcionava, também quis usá-lo, mas escolhe as nozes maiores que havia no cesto. Então o quebra-nozes, sendo usado grosseiramente pelo irmão dela, acaba quebrando um de seus braços. Diante das reclamações da pobre Clara, seu pai o juiz Stahlbaun, entrega à filha o seu quebra-nozes como propriedade exclusiva, tendo Fritz que sair para brincar com os seus brinquedos. Logo em seguida Clara pega no chão o braço de quebra-nozes e o consola abraçando-o em seus braços até ele dormir e Clara, também acaba dormindo. Com o adormecimento, Clara sonha... Clara volta ao esconderijo onde havia colocado o seu quebra-nozes, mas encontra o salão cheio de ratazanas enormes que o seu padrinho Dosselmeyer criou. A casa desapareceu e no lugar onde ficavam os móveis estavam árvores gigantescas. Não foi só isso que mudou; o Quebra-Nozes de Clara agora é um soldado de carne e osso e que tem às suas ordens um pelotão de soldados como ele. Começa uma batalha entre as ratazanas e o pelotão do Quebra-Nozes. Jogando enormes sapatos até às ratazanas, os soldados vencem a batalha, e com isso as ratazanas fogem rapidamente. O bosque se transforma numa linda estufa de inverno. O Quebra-Nozes transforma-se num lindo príncipe que leva Clara até o Reino dasNeves, onde apresenta ao rei e a rainha à menina e dançam juntos. Fim do 1º Acto.
No início do 2º acto Clara e o príncipe Quebra-Nozes despedem-se e seguem para o Reino dos Doces pelo Caminho da Limonada, onde pastéis de todos os reinos do mundo dançam com os dois. Depois deste sonho tão mágico e fantástico Clara acorda e percebe que havia sonhado,ficando triste por isso. Deste modo, vai se despedir do padrinho mago, que tinha ido para casa na companhia do sobrinho. Então, para surpresa de Clara, o tal sobrinho é na verdade o príncipe Quebra-Nozes.
O balé em dois atos, com coreografia original de Marius Petipa (1818-1910), estreou em 18 de Dezembro de 1892, em São Petersburgo. É uma das obras mais conhecidas de Tchaikowsky.
Em geral, as suítes de obras como balés são realizadas depois da peça pronta. Tchaikovsky concebeu a suíte do Quebra Nozes ao mesmo tempo em que compôs o balé. A Suíte Quebra Nozes estreou antes do balé, em 7 de Março de 1892, com regência do próprio Tchaikovsky.
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Balé Teatro Guaíra apresenta espetáculos em Umuarama
O Balé Teatro Guaíra se apresenta em Umuarama nesta sexta-feira (13) e sábado (14), com dois grandes sucessos do seu repertório: “Romeu e Julieta” e ‘O Segundo Sopro”. A apresentação será às 20h no Teatro da Unipar - Neiva Pavan Machado Garcia.
O Segundo Sopro, também chamado Balé das Águas, estreou em 1999, coreografada pela paulista Roseli Rodrigues. O espetáculo une os sentidos espirituais de elementos da natureza, como o vento, a água e as pedras, numa simbologia da própria existência. É composta por nove cenas: Aurora, O Segundo Sopro, Corpus, A Partilha, Tetraktys, Uno, O Retorno, Aurora II e Harmonia.
“Romeu e Julieta” estreou no ano passado, com coreografia de Luiz Fernando Bongiovanni e figurinos de Paulinho Maia. O texto de William Shakespeare, com música de Prokofiev retrata a tragédia de dois jovens apaixonados de famílias inimigas, Montequios e Capuletos. É uma das obras que mais têm inspirado compositores na história da música.
O Segundo Sopro, também chamado Balé das Águas, estreou em 1999, coreografada pela paulista Roseli Rodrigues. O espetáculo une os sentidos espirituais de elementos da natureza, como o vento, a água e as pedras, numa simbologia da própria existência. É composta por nove cenas: Aurora, O Segundo Sopro, Corpus, A Partilha, Tetraktys, Uno, O Retorno, Aurora II e Harmonia.
“Romeu e Julieta” estreou no ano passado, com coreografia de Luiz Fernando Bongiovanni e figurinos de Paulinho Maia. O texto de William Shakespeare, com música de Prokofiev retrata a tragédia de dois jovens apaixonados de famílias inimigas, Montequios e Capuletos. É uma das obras que mais têm inspirado compositores na história da música.
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Balé do Guaíra estreia Lendas

Mito indígena sobre a formação das Cataratas do Iguaçu inspira, pela segunda vez, uma coreografia do BTG, que comemora quatro décadas de atividadeGazeta do Povo - Caderno G - Luciana Romagnolli
O aniversário de 40 anos do Balé do Teatro Guaíra (BTG) enfim será celebrado como melhor cabe a um grupo de bailarinos: dançando. Ao estrear uma nova coreografia nesta sexta-feira (25), o principal corpo de baile paranaense revisita um tema de sua história, recriado em passos contemporâneos. O mito indígena dos amantes eternamente separados, que deram origem às belezas naturais de Foz do Iguaçu, é contado em movimentos e música no balé Lendas das Cataratas do Iguaçu, no Guairão.
Há mais de 20 anos, o coreógrafo Carlos Trincheiras partiu do mesmo mote para criar um balé clássico para o BTG. Equilibrados sob sapatilhas de pontas, os bailarinos incorporavam os apaixonados Naipi e Tarobá e o vingativo MBoi, ao som de uma composição pré-existente do boliviano radicado no Brasil Jaime Zenamon, escolhida por Trincheiras.
O mesmo compositor assina a trilha sonora da nova versão, com a diferença significativa de que, desta vez, Zenamon compôs um tema especialmente para o balé. Param aí – e na repetição da lenda, é claro – as semelhanças entre as duas montagens. A coreografia que o BTG interpreta agora é uma criação nova encomendada ao paulista Rui Moreira, residente em Minas Gerais, onde integrou, no passado, o elenco do Grupo Corpo. Ele dispensou as sapatilhas, deixou os bailarinos descalços sobre um chão de terra, e investiu na dança contemporânea.
O convite feito a Moreira levou em conta suas pesquisas sobre os movimentos afros e indígenas. Em especial, deste último grupo. “Os índios usam muito o chão e batidas com os pés”, revela Carla Reinecke, diretora do BTG. “Mas o que o Moreira fez não foi uma mímica dos rituais indígenas e sim um estudo para transpor a essência de alguns movimentos, rituais e jogos.”
As bailarinas Mari Paula e Luciana Voloxki se alternam como Naipi, índia caingangue condenada à forma de uma grande rocha por preferir o amor do guerreiro Tarobá (papel de André Neri e Daniel Siqueira), em vez de ser entregue a um deus-serpente, MBoi. Seus figurinos, feitos de tule de elastano cor-de-pele, recordam o vestuário indígena, em um cenário ocupado por um painel em tons ocres. As cataratas são sugeridas só ao fim, com luz e gelo seco.
Embora a música e a coreografia devam estar mais entrosadas por uma ter sido feita, literalmente, para a outra, o espetáculo perde pela ausência da Orquestra Sinfônica do Paraná. Os músicos do Teatro Guaíra gravaram a trilha que será executada, mas não estarão ao vivo para interpretá-la, segundo Carla, por um problema de agenda. A estreia de Lendas... estava previamente marcada para maio, mas foi adiada por quatro meses.
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