quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Confira um balanço de 2007 na visão de Helena Katz - 16/1/2008

Imobilizados por acreditar em editais, apesar de todas as dificuldades que enfrenta, o setor foi brindado com criações originais e importantes atuações privadas.

CADERNO 2

Helena Katz - O Estado de S. Paulo - Caderno 2

Mesmo sem avanços consistentes nas políticas públicas para a dança, mesmo sem a criação de circuitos universitários e de circuitos amadores, mesmo sem a existência de programas que estabilizem a produção fora do ritmo episódico promovido pelos editais, mesmo sem o apoio da classe à Cooperativa de Dança, este foi um ano recheado por espetáculos muito bons na cidade de São Paulo, e pontuado por algumas ações privadas que merecem destaque. Uma delas foi a de João Andreazzi que, com a verba recebida do 1º edital da Lei de Fomento, não agiu do modo habitual (produzir um espetáculo com seu grupo, a Cia. Corpos Nômades). Aplicou parte dos recursos na constituição de um espaço - o LUGAR - amplificando, assim, o alcance e a duração do dinheiro público que recebeu. Se sua atitude vier a contaminar outros profissionais, em breve a dança disporá de novos circuitos capazes de colaborar na promoção da sua autonomia.

Outra dessas ações foi a do Sesc Avenida Paulista na área da dança, cuja fina coerência curatorial irrigou toda a temporada. Além disso, rompeu também com a nefasta camisa-de-força das apresentações relâmpago de dois ou três dias, que não têm a menor chance de formar platéias, e provou que a dança pode, sim, ser apresentada por um mínimo de três semanas consecutivas - comportamento, aliás, também sinalizado pela programação de dança do Centro Cultural São Paulo. Com relação ao Sesc, cabe torcer para que o prédio da Avenida Paulista, que permanece sendo chamado de Unidade Provisória, assuma a sua atual arquitetura como a de um ambiente que favorece o trabalho de qualidade que vem desenvolvendo.

Foi lá, e também no Itaú Cultural, que surgiram duas propostas inovadoras, verdadeiros marcos. Em vez de continuar a somente veicular produtos artísticos prontos, as duas instituições ousaram apostar em processos - uma iniciativa com potencial para repaginar as discussões em curso sobre curadoria. Do lado do Itaú, foi Sonia Sobral, gerente de artes cênicas, quem convidou Cristian Duarte e Thelma Bonavita para lá mostrarem a sua nova pesquisa, sem conhecer de antemão o resultado dela, que recebeu o nome de Show: Sobre o Que a Gente Vê. E, no Sesc Avenida Paulista, foi Andrea Caruso Saturnino, programadora de dança, a inventora do genial projeto 14 X 32, que misturou dança, música e artes visuais de modo inusitado. De formas diferentes, mas sintonizadas em uma discussão em torno de processos de criação, as duas iniciativas abrem caminhos estruturalmente novos para a produção e para a difusão da dança.

A lista dos espetáculos de excelência é grande. Assistimos a Encarnado (Lia Rodrigues), Breu (Grupo Corpo), pequenas frestas de ficção sobre realidade insistente (Cena 11), Falso Espetáculo (Elisa Ohtake, com Ricardo Oliveira e Emerson Menezes), Organizador de Carne (Sheila Ribeiro, com Josh J.), Confluir (Thembi Rosa), Um Corpo Que não Agüenta mais (Marta Soares, com Clara Gouvêa, Anderson Gouvêa, Carolina Callegaro e Manuel Fabrício), Relevo Inverso (Gicia Amorim), Clandestino (Angelo Madureira e Ana Catarina Vieira), Segredos Dançantes contra Brutalidade Surda (de Alejandro Ahmed/Cena 11, com Anderson Gonçalves, Philipe Janning e Volmir Cordeito), Still, sob o Estado das Coisas (Gustavo Ciríaco, com Francini Barros, Ignacio Aldunate e Milena Codeço), Disposições Transitórias ou Pequenas Mortes (Vera Sala), Necessário a Posteriori (Adriana Banana, com Jaqueline Gimenez e Cínthia Reyder/Patricia Werneck), Barraco (Carmen Jorge, com Leo Gomes e Ângelo Cruz).

Dentre tantos ótimos espetáculos, cabe destacar um: Vapor, de e com Helena Bastos e Raul Rachou. Uma síntese tão concisa quanto precisa das formas de controle e poder, realizada por dois dos mais coerentes e consistentes artistas da dança contemporânea.

Há que lamentar que Decalque (Leonardo Ramos), uma importante conquista coreográfica do ótimo elenco do Ballet de Londrina, tenha passado quase despercebido pela cidade. E saudar o sucesso de dois processos: tanto o trabalho dos últimos anos de Ana Teixeira, com o apoio de Mônica Mion, junto à Cia. 2 do Balé da Cidade de São Paulo, quanto o amadurecimento da pesquisa da Cia. Nova Dança 4, que acertou o seu passo com Experimentações Inevitáveis + Antropofágicas 3.

Dos vários aniversários, vale lembrar o dos 30 anos de contribuição do Cisne Negro na formação de bailarinos e como espaço para coreógrafos brasileiros; o 10º ano da Omstrab (Fernando Lee), que apresentou seu repertório na Galeria Olido; e o 10º aniversário da Cia. Sandro Borelli, que o Sesc Consolação celebrou com o 2º Território da Dança, uma iniciativa louvável, que reuniu três obras do Ciclo Kafka de sua companhia com o seu trabalho de direção de movimento em Wotan, peça de Fabio Mazzoni. Foi uma importante oportunidade para dar mais visibilidade ao processo de criação de linguagem que Borelli vem competentemente consolidando.

Fechando o ano com uma elegância impecável, tivemos, na Mostra Sesc de Artes, o programa histórico mostrado pela Trisha Brown Dance Company, uma aula preciosa sobre os prolegômenos da dança contemporânea.

Face a um cenário como esse, há muito o que esperar de 2008. Mas, de nada adiantará somente esperar, se a classe da dança não conseguir se organizar politicamente. Sem isso, sua força de reivindicação não poderá ser plenamente exercida, e a atual situação, que é a de fabricação contínua de projetos para atender a todos os editais, será mantida. Muitos parecem não perceber que se encontram mantidos em um mesmo campo de extermínio, do qual alguns são temporariamente retirados, ao serem selecionados por algum dos editais, para serem, em seguida lá devolvidos, retornando à situação anterior de instabilidade. Somente a discussão política poderá trazer a clareza de que eles permanecem imobilizados pela esperança que cada um tem de ser a próxima bola da vez.

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Ballet de Londrina apresenta Decalque hoje em Maringá




Espetáculo será às 20h, no Teatro Calil Haddad; apresentação faz parte do circuito de apresentações do espetáculo que o grupo promove por 10 municípios do Paraná

O Ballet de Londrina apresenta o espetáculo “Decalque” hoje (dia 26) em Maringá. A apresentação será no Teatro Calil Haddad, na avenida Doutor Luis Teixeira Mendes, nº 2.500, às 20h. A entrada é franca e os ingressos serão distribuídos hoje, a partir das 19h. A apresentação de hoje faz parte do circuito de apresentações do espetáculo “Decalque” que o Ballet de Londrina promove em vários municípios do Paraná.

O Ballet de Londrina recebe investimento da Prefeitura de Londrina, por meio da Secretaria de Cultura, e foi criado em dezembro de 1993, fruto de um convênio entre a prefeitura e a Fundação Cultural Artística de Londrina (Funcart). Este ano, a companhia londrinense venceu um edital para Circulação de Espetáculos de Dança da Secretaria Estadual de Cultura, que vai levar o espetáculo “Decalque” para ser apresentado em 10 municípios do Paraná.

“Decalque” já foi apresentado em Astorga, Campo Mourão, Arapongas, Apucarana, Jacarezinho e Andirá. Após a apresentação de hoje em Maringá, o Ballet de Londrina segue para Cornélio Procópio amanhã (dia 27) e para São João do Ivaí na quarta-feira (dia 28). As apresentações são realizadas sempre às 20h. Os recursos para a circulação do espetáculo são provenientes da Secretaria Estadual de Cultura, mas o Ballet de Londrina também conta com o apoio das prefeituras dos municípios por onde passa.

O espetáculo “Decalque” faz justamente um decalque não convencional da história de Romeu e Julieta, que não se limita a contar a história já tão conhecida, mas apresentar seus personagens através dos movimentos de corpos dos bailarinos. O espetáculo é repleto de movimentos que exigem uma preparação física extrema dos bailarinos. “Decalque” explora os aspectos universais vividos pelos personagens, como a questão do destino, da solidão, da paixão, da proibição, da morte.

A Companhia Ballet de Londrina é um grupo profissional de dança formado por 10 bailarinos. A Companhia já montou e apresentou 20 espetáculos de dança, fez oito turnês nacionais, sete viagens internacionais, totalizando mais de 400 apresentações para um público aproximado de 70 mil pessoas. Atualmente, atende 450 crianças, adolescentes e adultos, pela Escola de Dança, localizada no circo Funcart; no Centro Cultural Lupércio Luppi, na região norte; na Rede Cidadania, em cinco pontos da periferia e no Ballezinho.

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

Ballet de Londrina apresenta "Decalque" em Andirá







O Ballet de Londrina apresenta o espetáculo "Decalque", no próximo sábado, dia 24, no Cine Teatro São Carlos. A entrada é franca.

A apresentação na cidade conta com o apoio da Diretoria de Cultura da Secretaria de Educação, Cultura e Esportes de Andirá.

"Decalque" é um espetáculo de dança contemporânea dirigido e coreografado por Leonardo Ramos e baseado no drama "Romeu e Julieta", de Shakespeare. No entanto, a idéia não é contar linearmente a tão conhecida história dos dois amantes de Verona, mas apenas fazer aparecer ou surgir lembranças que quase todas as pessoas guardam na memória sobre a história.

Em "Decalque", mais que a narrativa, o que se explora, são os aspectos universais vividos pelos personagens como a questão do destino, da solidão, da paixão, da proibição, da morte. O público, por vezes, encontrará referências claras ao enredo, mas isso logo é esquecido, ficando aquilo que foi o motivo da criação: o movimento. Não há só um Romeu ou uma Julieta. Os bailarinos se revezam nestes papéis nas mais diversas combinações e fragmentos de cena se reproduzem, como que por decalque, com diferentes bailarinos, em diferentes momentos.

Redação Bonde
Londrina

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Espetáculo “Decalque” chega a Apucarana / PR às 20 horas, no Cine Teatro Fênix

Apucarana recebe nesta quarta-feira (14/11), às 20 horas, no Cine Teatro Fênix, o Ballet de Londrina que apresenta o espetáculo “Decalque”. O evento promovido pela Secretaria de Estado da Cultura com apoio, em Apucarana, da Fundação Cultural e Esportiva de Apucarana (Fucea) e Prefeitura Municipal, tem entrada franca. Apucarana é uma das 10 cidades do roteiro paranaense que o espetáculo deverá percorrer até o final deste mês, dentro do projeto de Apoio à Circulação de Espetáculos de Dança.

O espetáculo

Decalque é um espetáculo de dança contemporânea baseado no drama “Romeu e Julieta”, de Shakespeare. No entanto, a idéia não é contar linearmente a tão conhecida história dos dois amantes de Verona, mas apenas fazer aparecer ou surgir lembranças que quase todas as pessoas têm da história.

Em “Decalque”, mais que a narrativa, o que se explora, são os aspectos universais vividos pelos personagens como a questão do destino, da solidão, da paixão, da proibição, da morte. O público, por vezes, encontrará referências claras ao enredo, mas isso logo é esquecido, ficando aquilo que foi o motivo da criação: o movimento. Não há só um Romeu ou uma Julieta. Os bailarinos se revezam nestes papéis nas mais diversas combinações e fragmentos de cena se reproduzem, como que por decalque, com diferentes bailarinos, em diferentes momentos.

Com nove jovens bailarinos, “Decalque” se utiliza de vigorosos e exigentes movimentos de solo. Em cerca de uma hora de dança de qualidade, tem-se uma bem realizada exploração de eixos de equilíbrio e de possibilidades de locomoção, que colocam o elenco, quase o tempo todo, no chão, andando de joelhos, nos cotovelos, usando costas e quadris.

Carreira de sucesso

Visto por mais de três mil pessoas, “Decalque” estreou em junho, escalado na 39ª edição do Festival Internacional de Londrina (Filo). Depois passou por Piracicaba (SP), Cascavel (PR) e São Paulo, tendo sido sempre bem recebido pelo público e crítica especializada.

Entre 32 trabalhos inscritos, foi selecionado para encerrar a 3ª Mostra de Dança Contemporânea de Itajaí (SC), no último dia 28. Em junho de 2008, deverá representar o Brasil no XX Danza Nueva Festival de Lima (Peru), junto com grupos de dança contemporânea da América Latina, EUA e Europa.

Criado em dezembro de 1993, o Ballet de Londrina é mantido pela Fundação Cultura Artística de Londrina (Funcart) em parceria com a Prefeitura do Município. Prestes a completar 14 anos, já montou 21 espetáculos, realizou nove turnês nacionais, sete viagens internacionais (Cuba, Peru, Argentina e Zimbábue), somando mais de 400 apresentações e um público aproximado de 70 mil pessoas.

É uma das mais reconhecidas companhias profissionais fora do eixo RJ/SP. Além de inegável qualidade artística, desenvolve projetos de democratização à cultura. Um deles é a Escola Municipal de Dança, no qual mais de 200 crianças de classe média baixa freqüentam gratuitamente o curso de dança clássica. Muitos membros do Ballet são professores da Escola.

Ficha técnica:
Criação e direção: Leonardo Ramos
Assistente de direção: Ana Maria Aromatario
Produção: Suzana Proença
Música: Sergei Prokofiev
Cenário: Maria Laura
Fotos: Olívia Orquiza e Celso Pacheco
Confecção de Figurino: Ateliê Cidinha

Elenco:
Alexandro Micale
Bruna Martins
Carina Corte
Cláudio de Souza
José Maria
Juliana Rodrigues
Luciana Lupi
Marciano Boletti
Viviane Terrenta

Técnicos de Palco: Arthur Limenza e Gustavo Batilano
Produção: Suzana Proença
Realização: Associação dos Profissionais da Dança de Londrina e Região Norte do Paraná/FUNCART
Informações pelo telefone: 43 33422362

sábado, 10 de novembro de 2007

Ballet de Londrina se apresenta em Arapongas / PR - Cine Teatro Mauá às 20:00 horas, dia 10 de novembro 2007


A agenda cultural de Arapongas para o mês de novembro, divulgada pela Secretaria de Cultura, Lazer e Eventos (SECLE), promete muitas surpresas e emoções à população. No dia 10 de novembro, o Projeto Apoio de Circulação de Dança promovido pela Secretaria de Estado da Cultura traz aos araponguenses o espetáculo “Decalque”, apresentado pelo Ballet Londrina.
A apresentação acontecerá no Cine Teatro Mauá às 20:00 horas e a entrada será gratuita.
Hoje, formado por 10 bailarinos, o Ballet de Londrina está em turnê com o seu 21° espetáculo de dança, ou seja, “Decalque”. No total, o grupo já fez oito turnês nacionais e sete viagem internacionais. “Decalque” é decorrência de um processo de pesquisa iniciado pelo Ballet de Londrina em 2006, com o espetáculo “Fale Baixo”, cuja proposta principal é trabalhar novos e diferentes eixos de equilíbrio e apoios para locomoção.

Na exploração desse processo, foi na música “Romeu e Julieta”, de Prokofiev, que se identificou a energia do movimento investigado no atual momento. Desta forma, a opção por montar este clássico de Shakespeare não partiu da idéia de contar a já tão conhecida história dos dois amantes de Verona, mas usá-la como substrato para a construção da dança. O motivo principal da criação não foi o tema, mas o movimento.

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

Ballet de Londrina se apresenta em Campo Mourão, às 20 horas no Teatro Municipal

O Ballet de Londrina apresenta o espetáculo “Decalque”, às 20 horas, dia 9 de novembro, no Teatro Municipal de Campo Mourão, com entrada franca.

Campo Mourão é a segunda das 10 cidades do roteiro paranaense que o espetáculo deverá percorrer até o final de novembro, dentro do projeto de Apoio à Circulação de Espetáculos de Dança promovido pela Secretaria de Estado da Cultura. A apresentação na cidade conta com o apoio da Secretaria Especial da Cultura de Campo Mourão/ Fundacam.

O espetáculo

Decalque é um espetáculo de dança contemporânea baseado no drama “Romeu e Julieta”, de Shakespeare. No entanto, a idéia não é contar linearmente a tão conhecida história dos dois amantes de Verona, mas apenas fazer aparecer ou surgir lembranças que quase todas as pessoas têm da história.

Em “Decalque”, mais que a narrativa, o que se explora, são os aspectos universais vividos pelos personagens como a questão do destino, da solidão, da paixão, da proibição, da morte. O público, por vezes, encontrará referências claras ao enredo, mas isso logo é esquecido, ficando aquilo que foi o motivo da criação: o movimento. Não há só um Romeu ou uma Julieta. Os bailarinos se revezam nestes papéis nas mais diversas combinações e fragmentos de cena se reproduzem, como que por decalque, com diferentes bailarinos, em diferentes momentos.

Com nove jovens bailarinos, “Decalque” se utiliza de vigorosos e exigentes movimentos de solo. Em cerca de uma hora de dança de qualidade, tem-se uma bem realizada exploração de eixos de equilíbrio e de possibilidades de locomoção, que colocam o elenco, quase o tempo todo, no chão, andando de joelhos, nos cotovelos, usando costas e quadris.

Carreira de sucesso

Visto por mais de três mil pessoas, “Decalque” estreou em junho, escalado na 39ª edição do Festival Internacional de Londrina (Filo). Depois passou por Piracicaba (SP), Cascavel (PR) e São Paulo, tendo sido sempre bem recebido pelo público e crítica especializada. Entre 32 trabalhos inscritos, foi selecionado para encerrar a 3ª Mostra de Dança Contemporânea de Itajaí (SC), no último dia 28. Em junho de 2008, deverá representar o Brasil no XX Danza Nueva Festival de Lima (Peru), junto com grupos de dança contemporânea da América Latina, EUA e Europa.

Criado em dezembro de 1993, o Ballet de Londrina é mantido pela Fundação Cultura Artística de Londrina (Funcart) em parceria com a Prefeitura do Município. Prestes a completar 14 anos, já montou 21 espetáculos, realizou nove turnês nacionais, sete viagens internacionais (Cuba, Peru, Argentina e Zimbábue), somando mais de 400 apresentações e um público aproximado de 70 mil pessoas.

É uma das mais reconhecidas companhias profissionais fora do eixo RJ/SP. Além de inegável qualidade artística, desenvolve projetos de democratização à cultura. Um deles é a Escola Municipal de Dança, no qual mais de 200 crianças de classe média baixa freqüentam gratuitamente o curso de dança clássica. Muitos membros do Ballet são professores da Escola.

Ficha técnica:
Criação e direção: Leonardo Ramos
Assistente de direção: Ana Maria Aromatario
Produção: Suzana Proença
Música: Sergei Prokofiev
Cenário: Maria Laura
Fotos: Olívia Orquiza e Celso Pacheco
Confecção de Figurino: Ateliê Cidinha
Elenco:
Alexandro Micale
Bruna Martins
Carina Corte
Cláudio de Souza
José Maria
Juliana Rodrigues
Luciana Lupi
Marciano Boletti
Viviane Terrenta
Técnicos de Palco: Arthur Limenza e Gustavo Batilano

Fonte: Portal CyberCafeCm.com